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Mesmo empregado, pense como empreendedor

Jorge Tarquini
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Até bons profissionais podem, com o tempo, cair na armadilha de esperar que alguém diga o que deve ser feito ou o caminho a ser tomado  

A pior praga no campo do trabalho é o profissional que, mesmo diante do fracasso fragoroso de seu time, setor ou da empresa inteira, responde com empáfia olimpiana “eu fiz a minha parte”. Só um aviso: o Fordismo já tem mais de 100 anos…

Muita água já rolou debaixo dessa ponte da vida corporativa. Vivemos tempos de team work, de sinergia entre áreas, de abrir ou fechar os espaços de trabalho… Ou seja: o universo do trabalho é dinâmico em suas necessidades e nas respostas que se encontram para elas.

Hoje, com todas as mudanças que a 4ª revolução industrial tem provocado, literalmente, um terremoto com a sua nova lógica pós-industrial, entramos em um tempo no qual cadeias produtivas e decisórias baseadas na verticalidade ou no “manda quem pode, obedece quem tem juízo” estão sofrendo ainda mais que todas as demais formas de organização do trabalho.

A grande novidade (que, assim como team work e sinergia também pode virar jargão com gosto de passado) é abrir a possibilidade de que todas as pessoas dentro das organizações se sintam empreendedoras. Isso mesmo: por que apenas “quem manda” pode ter ideias e iniciativa? Ou mais: será que quem lidera tem a disposição para correr riscos com coisas novas – ou, uma vez “lá”, será do “não se mexe em time que está ganhando”?

Hoje, uma das maiores forças das empresas está na sua capacidade para intraempreender, abrir espaço para surgirem novos negócios, novos produtos e (por que não?) até mesmo novas empresas ou ramos de atividade.

Essa “mágica”, porém, só acontece quando, além de haver espaço para isso dentro das organizações, haja na outra ponta profissionais que não pensem “tô fazendo o meu” ou ainda “não sou pago pra isso…”.  Pode ser que seja feita a sua vontade – e você passe mesmo a não ser pago pra isso (e pra mais nada…).

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Jorge Tarquini

Curador do #Trendings.

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